quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Verdades Sobre o Aprendizado de Inglês






1 – Você vai precisar investir tempo

Como em tudo na vida para aprender inglês efetivamente você vai precisar dedicar algum tempo para isso. A velocidade do aprendizado é diretamente proporcional ao tempo em contato com o idioma. Obviamente contato não significa literalmente “estudar”, mas estar de alguma forma convivendo com o universo do idioma.

2 – Você pode fazer mais com menos

Muitas pessoas afirmam que para aprender inglês de fato é preciso ter vivência no exterior. Isso sem dúvida é muito eficaz se você tem tem contato com o idioma diariamente. Como assim? Especialmente nos Estados Unidos onde há uma grande comunidade latina há pessoas que vivem anos lá e não aprendem o idioma. Incrível, não é mesmo. Isso só reforça a primeira verdade sobre a importância do contato.

Mas para quem não vive lá os cursos de intercâmbio são uma alternativa, ainda que acessível a poucas pessoas pela necessidade de alto investimento financeiro. Para quem não pode fazer um intercâmbio comunidades na internet são uma alternativa para praticar com falantes nativos sem gastar.

Usando a criatividade você poderá também praticar através de programas de ensino disponibiizados na rede investindo pouco e potencializando seus resultados significativamente. Mas cuidado com os ditos cursos gratuitos. Isso porque eles oferecem muito pouco para que realmente possam cobrar alguma coisa. O foco destes cursos é atrair audiência com um curso bem elementar que não produz resultados efetivos para vender publicidade a anunciantes.

3 – Mantenha o foco e priorize a qualidade

Manter o foco é fundamental para atingir os objetivos em qualquer área da vida. e para aprender inglês não é diferente. Mais do que a quantidade de tempo que você passa envolvido com o aprendizado do idioma e a constância. Doses homeopáticas diárias surtem mais efeito do que ficar durante longas horas estudando um vez por a cada quinze dias.



quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Pensando em Inglês




Para falar inglês com rapidez, eficiência na comunicação e naturalidade você precisa desenvolver o seu raciocínio em inglês. Ou seja, você tem que pensar em inglês para realmente falar como um nativo. Eu eu já sei o que você deve estar pensando: Já me falaram isso um milhão de vezes, mas como eu consigo realizar esta façanha.?

Lembro-me de uma situação em que me encontrava, no tempo em que ainda estudava inglês, pré-intermediário para ser mais preciso, e o meu professor disse que a partir daquele instante era necessário pensar em inglês. Daquele dia até o dia em que realmente comecei a pensar em inglês, foram pra mim dias difíceis porque eu sempre me perguntava como isso seria possível.

Quando começamos a falar, compreender, fazer e responder perguntas em português, estamos estimulando o nosso cérebro a compreensão na nossa língua mãe, no caso aqui, o português. Depois de tudo aprendido e compreendido por nosso cérebro, o mesmo já está acostumado a se virar nessa língua. Então, decidimos aprender uma segunda língua. Aí vem a confusão. Como então desacostumar o cérebro a pensar em português e começar a pensar em outra língua?

Você pode até me dizer: morando em um país que tenha essa língua que você está estudando como língua mãe. E eu digo pra você que você está totalmente errado! Não é preciso nada disso! Ainda que viajar e experimentar viver no exterior seja uma experiência fantástica e só vai enriquecer sua vida.

Aprender a pensar em outra língua, no caso aqui o inglês, é possível e vou te falar um pouco como você pode alcançar isto.

Pensar em inglês é um processo e não um botão que se aperta. Entenda isso e avance um pouco de cada vez. É comum que você sinta algum desconforto. Afinal, você irá precisar exercitar esta prática até que ela se torne um hábito e quando for um hábito você fará naturalmente sem que isso exija um grande esforço.

Recomendo ainda falar sozinho. Isso mesmo! Fale sozinho. Você não quer pensar em inglês? Os pensamentos nascem de conversas internes de nós com nós mesmos.

Você irá se considerar “louco”, na maioria das vezes, mas é tudo normal e acontece com todo mundo em certo estágio do aprendizado e, quando menos esperar, este processo de pensar em inglês será automatizado por seu cérebro. E quando isto acontecer você estará pensando em inglês como um nativo.

Se você é daquelas pessoas que tem o costume de sonhar e falar a noite não se espante se alguém na sua casa disser que você conversou em inglês dormindo. Isso já aconteceu comigo diversas vezes. E se isso acontecer com você será a prova irrefutável que você está pensando em inglês automaticamente, pois o subconsciente responsável pelos sonhos age por conta própria, sem uma ordem direta de nossa vontade.

Escutar músicas e assistir filmes em inglês também ajuda na memorização de expressões e palavras novas e, com certeza o ajudará a imergir na cultura e forma de expressão do idioma.

Quando você passar por essa fase de querer pensar em inglês, chegará outra onde você começará a misturar os idiomas. Calma! Isso é normal também e acontece porque você está realmente pensando em inglês.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Provérbios com Animais em Inglês





Quando nós conversamos um com outro, nós usamos muitas figuras de linguagem, metáforas, provérbios, expressões idiomáticas, gírias e outros tipos de palavras com intuito de nos comunicarmos.

Nesse artigo, venho propor uma conversa agradável, onde darei dicas e exemplos de como deixar sua conversa menos formal. Abaixo seguem alguns exemplos de provérbios e clichês relacionados a animais.

Como diz Cervantes, os provérbios são pequenas sentenças de uma grande experiência.

A bird in a hand is worth two in the bush – mais vale um pássaro na mão do que dois voando;

All cats appear gray in the dark – à noite todos os gatos são pardos
When the cat’s away, the mice will play – quando o gato sai, os ratos fazem a festa;

Curiosity killed the cat – a curiosidade matou um gato;

You can’t teach an old dog new tricks – você não pode ensinar novos truques a um cachorro velho;


Estes são apenas alguns dos provérbios usados na Língua Inglesa na comunicação. Keep them in your mind! São ótimos pra descontrair.




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O que é uma Selfie?




De acordo com a Wikipédia é a junção do substantivo self (em inglês “eu”, “a própria pessoa”) e o sufixo ie - é um tipo de fotografia de autorretrato.


É uma palavra usada para descrever uma fotografia que a pessoa tira de si mesma, geralmente com um smartphone ou webcam e em seguida, carrega a mesma nos sites de mídias sociais. Portanto, as fotos publicadas no facebook, twitter, instagram são chamadas de selfies. Se você tirar fotos com mais de uma pessoa ou várias pessoas, são chamadas de “selfies de grupo”.

Como as mídias estão em alta e essa palavra já está sendo usada no próprio inglês mesmo, com certeza ela será considerada um estrangeirismo. Vamos ver então quando e qual a origem dessa palavra.

Existem relatos que contam que no século XIX a Grã-duquesa Anastácia tirava fotos de si mesma e enviava por carta para os amigos. Essas fotos eram tiradas em frente ao espelho, igual nos dias de hoje.

Existe outra versão que conta que ela surgiu no ano de 2002, onde apareceu pela primeira vez em um fórum australiano e, que só tornou-se tão famosa e tão comum depois que as mídias sociais fizeram com que ela virasse uma “febre” e seu uso cresceu tanto nos últimos anos que a Oxford Dictionary a elegeu como a palavra do ano de 2013.

Os principais adeptos do selfie de acordo com os especialistas são os jovens com idade entre 13 e 24 anos e que são divididos em três categorias: os que gostam de mostrar sua imagem em frente ao espelho do elevador, do banheiro ou da academia; os que gostam de mostrar como estão emocionalmente com fotos que retratam alegria, tristeza ou outro tipo de sentimento e por último, os que são chamados de “geoselfies” que procuram mostrar apenas o ambiente em que estão.

As pessoas que gostam de se exibir diante de uma câmera precisam ter um cuidado redobrado ao fazê-lo, pois a auto-exposição, em alguns casos, pode ser prejudicial, pois essa necessidade de estar esperando um elogio por parte do outro, ou seja, as pessoas que olham as fotos e curtem, ou comentam, faz, às vezes, com que eu perca minha própria identidade e crie uma imagem do que eu não sou. Por isso, o alerta.

Mas não se preocupe, se tomar os devidos cuidados não nada de mal em tirar sua selfie, não é mesmo? Então, pegue sua câmera, escolha a melhor pose e o melhor lugar e vá em frente!


Fale inglês fluente