quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O Segredo de Quem Fala Inglês Fluente






Quando falamos em segredo pode soar como algo mirabolante ou um truque que ninguém mais sabe, mas o fato é que no caso do inglês isto não poderia estar mais longe da verdade. O que diferencial alguém fluente de outro que, embora tenha tentado algumas vezes, não obteve sucesso é o simples fato de não ter parado no meio do caminho.

Cerca de 87% das pessoas que iniciam um curso de inglês param no meio do caminho por falta de motivação, tempo ou falta de resultados. Ou seja, como a maioria para nos primeiros obstáculos a maioria jamais atinge o alvo que é ser fluente. Aprender um novo idioma é um processo não é um botão que se aperta e “boom” está tudo resolvido.

A maioria, infelizmente, está procurando este botão que, na realidade não existe. Não há truque ou segredo mirabolante. O grande segredo das pessoas fluentes e nunca ter parado. Mesmo com um rotina corrida, com horários apertados eles encontraram um meio para nunca parar. E como conseqüência eles chegaram lá.

Se você não quer parar mas tem pouco tempo e uma rotina de matar descubra como poucos minutos por dia podem fazer toda a diferença: Sistema Fale Inglês Como Nativo



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dicas para Melhorar Seu Inglês com 30 Minutos por Dia!





O nosso cérebro tem a capacidade de armazenar para sempre na memória as informações que usamos com frequência. É por isso que quanto mais ouvimos, falamos e escrevemos em uma língua que estamos aprendendo, mais conexões se formam entre os neurônios e esse armazenamento se torna mais fácil.


Devemos levar em consideração que cada pessoa tem um ritmo de estudo. Vamos comparar aqui o aprendizado de inglês como escalar uma montanha. Se eu quiser subir mais alto, eu preciso a cada dia subir um pouco mais alto até chegar onde eu pretendo. E isso só se consegue praticando. Portanto, pratique, pratique muito.

Embora a falta de tempo seja um obstáculo você pode conseguir grandes resultados com poucos minutos de dedicação. Veja algumas dicas práticas para melhorar com apenas 30 minutos por dia:


1. Escute músicas em inglês - escolha músicas com melodias que você goste, escute,cante e se encante por elas, pois isso facilitará no desenvolvimento da audição e sua fluência aumentará significativamente;


2. Ponha em prática – Quando estiver lendo algo em inglês, anote cada palavra nova que encontrar, procure o significado da mesma e você estará enriquecendo seu vocabulário. Se puder, tente escrever uma frase com ela – nosso cérebro registra na memória de longo prazo o que ouvimos e logo praticamos;


3. Explore o social - Adicione amigos no skype ou em qualquer outro tipo de aplicativo que você possa fazer amizades em inglês. Isso te ajudará na hora da comunicação;


4. Grave sua voz, fale consigo mesmo. Não pense que estará ficando doido, pois não está. É só uma estratégia muito utilizada por todas a s pessoas que estão aprendendo e que funciona realmente.


Existem muitas outras dicas que gostaria de passar pra você, mas por enquanto, essas são as principais. Não esqueça que disciplina e dedicação são duas palavras de extrema importância se levadas a sério. Não perca tempo com coisas que não te levarão a lugar algum. Utilize esse tempo precioso para se manter em contato com o idioma. Você verá seu progresso aumentar a cada dia.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dicas para Escrever Bem em Inglês





Se você escreve as frases muito longas, tom vago, adjetivação excessiva, textos que exigem maior esforço para serem compreendidos, falta de concisão, repense sua escrita, pois para o inglês moderno isso é considerado pobreza de estilo.


O inglês moderno considera a simplicidade, a clareza, a riqueza de detalhes e a sequência lógica de ideias como suas características fundamentais para uma boa escrita.


Veja a seguir algumas dicas para uma boa redação:


1. Existe em inglês uma coisa chamada de outline- funciona mais ou menos assim: você foca nos pontos importantes da sua ideia, possibilitando a disciplina do seu pensamento até estabelecer uma sequencia lógica. Um outline nada mais é do que um esboço e nele tem que ter introdução, desenvolvimento e conclusão.


2. Em inglês não existe frase sem sujeito - toda oração em inglês tem um sujeito e a regra é que o sujeito está sempre antes do verbo. Diferentemente do português e com exceção do modo verbal imperativo. Quando não existe sujeito, ou ele é neutro, nós usamos o pronome IT.


Exemplo: Está nevando. (sujeito inexistente) It’s snowing.


3. Use frases curtas – dê preferência as frases curtas, pois se você escrever com frases longas, seu texto via ser mais difícil de ser entendido e vai se tornar mais cansativo em comparação às frases curtas. Vale lembrar que os textos em inglês contêm mais pontos finais do que vírgulas se forem comparados com os textos em português.


4. Seja o mais sucinto possível e evite o uso de palavras desnecessárias – pelo uso abusivo de algumas palavras, elas deixaram de ter qualquer significado e foram consideradas modismos, servindo apenas para conferir tom de intelectualidade e às vezes confundir. Algumas delas são: absolutely, actually, really, it seems to me, etc.


5. Apresente fatos em vez de opiniões – seja o mais objetivo possível, pois todo texto deve se limitar a fatos. Não imponha o leitor ao seu julgamento. Deixe que ele (o leitor) forme o seu próprio julgamento.


6. Use sempre os “words of transitions” - consideradas as palavras que mantém conexão lógica. São as conjunções, advérbios, preposições, etc. e servem para estabelecer uma relação lógica entre frases e ideias. Em português fazem isso usando – mas, porém, contudo, embora …etc.


Além dessas dicas acima mencionadas, existem muitas outras que facilitarão na hora de escrever um texto em inglês, mas por enquanto essas te ajudarão com certeza.





quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Verdades Sobre o Aprendizado de Inglês






1 – Você vai precisar investir tempo

Como em tudo na vida para aprender inglês efetivamente você vai precisar dedicar algum tempo para isso. A velocidade do aprendizado é diretamente proporcional ao tempo em contato com o idioma. Obviamente contato não significa literalmente “estudar”, mas estar de alguma forma convivendo com o universo do idioma.

2 – Você pode fazer mais com menos

Muitas pessoas afirmam que para aprender inglês de fato é preciso ter vivência no exterior. Isso sem dúvida é muito eficaz se você tem tem contato com o idioma diariamente. Como assim? Especialmente nos Estados Unidos onde há uma grande comunidade latina há pessoas que vivem anos lá e não aprendem o idioma. Incrível, não é mesmo. Isso só reforça a primeira verdade sobre a importância do contato.

Mas para quem não vive lá os cursos de intercâmbio são uma alternativa, ainda que acessível a poucas pessoas pela necessidade de alto investimento financeiro. Para quem não pode fazer um intercâmbio comunidades na internet são uma alternativa para praticar com falantes nativos sem gastar.

Usando a criatividade você poderá também praticar através de programas de ensino disponibiizados na rede investindo pouco e potencializando seus resultados significativamente. Mas cuidado com os ditos cursos gratuitos. Isso porque eles oferecem muito pouco para que realmente possam cobrar alguma coisa. O foco destes cursos é atrair audiência com um curso bem elementar que não produz resultados efetivos para vender publicidade a anunciantes.

3 – Mantenha o foco e priorize a qualidade

Manter o foco é fundamental para atingir os objetivos em qualquer área da vida. e para aprender inglês não é diferente. Mais do que a quantidade de tempo que você passa envolvido com o aprendizado do idioma e a constância. Doses homeopáticas diárias surtem mais efeito do que ficar durante longas horas estudando um vez por a cada quinze dias.



quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Pensando em Inglês




Para falar inglês com rapidez, eficiência na comunicação e naturalidade você precisa desenvolver o seu raciocínio em inglês. Ou seja, você tem que pensar em inglês para realmente falar como um nativo. Eu eu já sei o que você deve estar pensando: Já me falaram isso um milhão de vezes, mas como eu consigo realizar esta façanha.?

Lembro-me de uma situação em que me encontrava, no tempo em que ainda estudava inglês, pré-intermediário para ser mais preciso, e o meu professor disse que a partir daquele instante era necessário pensar em inglês. Daquele dia até o dia em que realmente comecei a pensar em inglês, foram pra mim dias difíceis porque eu sempre me perguntava como isso seria possível.

Quando começamos a falar, compreender, fazer e responder perguntas em português, estamos estimulando o nosso cérebro a compreensão na nossa língua mãe, no caso aqui, o português. Depois de tudo aprendido e compreendido por nosso cérebro, o mesmo já está acostumado a se virar nessa língua. Então, decidimos aprender uma segunda língua. Aí vem a confusão. Como então desacostumar o cérebro a pensar em português e começar a pensar em outra língua?

Você pode até me dizer: morando em um país que tenha essa língua que você está estudando como língua mãe. E eu digo pra você que você está totalmente errado! Não é preciso nada disso! Ainda que viajar e experimentar viver no exterior seja uma experiência fantástica e só vai enriquecer sua vida.

Aprender a pensar em outra língua, no caso aqui o inglês, é possível e vou te falar um pouco como você pode alcançar isto.

Pensar em inglês é um processo e não um botão que se aperta. Entenda isso e avance um pouco de cada vez. É comum que você sinta algum desconforto. Afinal, você irá precisar exercitar esta prática até que ela se torne um hábito e quando for um hábito você fará naturalmente sem que isso exija um grande esforço.

Recomendo ainda falar sozinho. Isso mesmo! Fale sozinho. Você não quer pensar em inglês? Os pensamentos nascem de conversas internes de nós com nós mesmos.

Você irá se considerar “louco”, na maioria das vezes, mas é tudo normal e acontece com todo mundo em certo estágio do aprendizado e, quando menos esperar, este processo de pensar em inglês será automatizado por seu cérebro. E quando isto acontecer você estará pensando em inglês como um nativo.

Se você é daquelas pessoas que tem o costume de sonhar e falar a noite não se espante se alguém na sua casa disser que você conversou em inglês dormindo. Isso já aconteceu comigo diversas vezes. E se isso acontecer com você será a prova irrefutável que você está pensando em inglês automaticamente, pois o subconsciente responsável pelos sonhos age por conta própria, sem uma ordem direta de nossa vontade.

Escutar músicas e assistir filmes em inglês também ajuda na memorização de expressões e palavras novas e, com certeza o ajudará a imergir na cultura e forma de expressão do idioma.

Quando você passar por essa fase de querer pensar em inglês, chegará outra onde você começará a misturar os idiomas. Calma! Isso é normal também e acontece porque você está realmente pensando em inglês.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Provérbios com Animais em Inglês





Quando nós conversamos um com outro, nós usamos muitas figuras de linguagem, metáforas, provérbios, expressões idiomáticas, gírias e outros tipos de palavras com intuito de nos comunicarmos.

Nesse artigo, venho propor uma conversa agradável, onde darei dicas e exemplos de como deixar sua conversa menos formal. Abaixo seguem alguns exemplos de provérbios e clichês relacionados a animais.

Como diz Cervantes, os provérbios são pequenas sentenças de uma grande experiência.

A bird in a hand is worth two in the bush – mais vale um pássaro na mão do que dois voando;

All cats appear gray in the dark – à noite todos os gatos são pardos
When the cat’s away, the mice will play – quando o gato sai, os ratos fazem a festa;

Curiosity killed the cat – a curiosidade matou um gato;

You can’t teach an old dog new tricks – você não pode ensinar novos truques a um cachorro velho;


Estes são apenas alguns dos provérbios usados na Língua Inglesa na comunicação. Keep them in your mind! São ótimos pra descontrair.




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O que é uma Selfie?




De acordo com a Wikipédia é a junção do substantivo self (em inglês “eu”, “a própria pessoa”) e o sufixo ie - é um tipo de fotografia de autorretrato.


É uma palavra usada para descrever uma fotografia que a pessoa tira de si mesma, geralmente com um smartphone ou webcam e em seguida, carrega a mesma nos sites de mídias sociais. Portanto, as fotos publicadas no facebook, twitter, instagram são chamadas de selfies. Se você tirar fotos com mais de uma pessoa ou várias pessoas, são chamadas de “selfies de grupo”.

Como as mídias estão em alta e essa palavra já está sendo usada no próprio inglês mesmo, com certeza ela será considerada um estrangeirismo. Vamos ver então quando e qual a origem dessa palavra.

Existem relatos que contam que no século XIX a Grã-duquesa Anastácia tirava fotos de si mesma e enviava por carta para os amigos. Essas fotos eram tiradas em frente ao espelho, igual nos dias de hoje.

Existe outra versão que conta que ela surgiu no ano de 2002, onde apareceu pela primeira vez em um fórum australiano e, que só tornou-se tão famosa e tão comum depois que as mídias sociais fizeram com que ela virasse uma “febre” e seu uso cresceu tanto nos últimos anos que a Oxford Dictionary a elegeu como a palavra do ano de 2013.

Os principais adeptos do selfie de acordo com os especialistas são os jovens com idade entre 13 e 24 anos e que são divididos em três categorias: os que gostam de mostrar sua imagem em frente ao espelho do elevador, do banheiro ou da academia; os que gostam de mostrar como estão emocionalmente com fotos que retratam alegria, tristeza ou outro tipo de sentimento e por último, os que são chamados de “geoselfies” que procuram mostrar apenas o ambiente em que estão.

As pessoas que gostam de se exibir diante de uma câmera precisam ter um cuidado redobrado ao fazê-lo, pois a auto-exposição, em alguns casos, pode ser prejudicial, pois essa necessidade de estar esperando um elogio por parte do outro, ou seja, as pessoas que olham as fotos e curtem, ou comentam, faz, às vezes, com que eu perca minha própria identidade e crie uma imagem do que eu não sou. Por isso, o alerta.

Mas não se preocupe, se tomar os devidos cuidados não nada de mal em tirar sua selfie, não é mesmo? Então, pegue sua câmera, escolha a melhor pose e o melhor lugar e vá em frente!


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Gírias em inglês





Como você pode notar, as gírias, assim como as expressões idiomáticas sempre vão estar presentes em qualquer tipo de situação onde a linguagem informal predomine, como em músicas, filmes e seriados. Por isso, é extremamente necessário aprender e enriquecer seu vocabulário com as chamadas “slangs”.


Vamos ver alguns exemplos de gírias?

A pain in the ass - um pé no saco;

Pea-brain – imbecile, idiota, burro;

Party pooper – desmancha-prazeres;

To pig out – comer ou beber demais;

Red-eye – vôo noturno, vôo de madrugada, corujão;

A rip-off – um roubo, uma exploração, abuso;

Love handles – pneuzinhos de gordura;

My lips are sealed – sou um túmulo;

Your number is up – sua hora chegou, você vai morrer;

Oddball – pessoa estranha, esquisita, excêntrica;

One-horse town – cidade pequena e chata;

One too many – bêbado, alto, mamado;

To flop – dar com os burros n’água;

Fox – pessoa atraente, sexy, gata (mulher);

To get your knickers in a twist - ficar aflito, nervosa, irritado, confuse;

To hit on somebody (US) – paquerar, flertar, seduzir, azarar;

Holy smoke! - Santo Deus!

Joe blow (US)/Joe bloggs (UK) - o homem comum, Zé, povinho.


Espero ter ajudado e que você possa compreender que a língua Inglesa está em constante evolução, e é principalmente na área de vocabulário que as mudanças são mais evidentes.



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Porque Aprender Expressões Idiomáticas?





Você deve saber que a comunicação do dia-a-dia é espontânea e cheia de expressões. As chamadas expressões idiomáticas são frases que em seu sentido literal não fazem sentido. São construções geralmente com sentido metafórico para ilustrar uma situação.

Vejamos agora alguns exemplos de expressões idiomáticas:

A close mouth catches no file – em boca fechada não entra mosca;

Better late than never – antes tarde do que nunca;

It’s easier to say than done – é mais fácil fazer do que dizer;

It’s none of your business - não é da sua conta;

Let’s chip in! - vamos fazer uma “vaquinha”;

All good things must come to an end – tudo que é bom dura pouco;

Each one to his trade – cada macaco no seu galho;

It’s no skin of my back – não é da minha conta.


Aprender estas algumas expressões é fundamental para desenvolver a sua fluência. Assim como sempre recomendo que não faça listas delas, mas observe sempre que alguma surgir e vá se habituando ao seu uso.



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Phrasal verbs: qual a sua importância no aprendizado de inglês







A preocupação de muitas pessoas no aprendizado de inglês, depois da pronúncia e como pensar em inglês, é o uso dos phrasal verbs, pois para maioria este assunto pode gerar muita confusão.

Mas, o que são os phrasal verbs?

Phrasal verbs são verbos compostos por um verbo mais uma preposição, advérbio ou as vezes ambos. Em geral o que se deve saber é que quando um verbo se associa a uma outra palavra passa a formar um outro verbo e seu sentido é alterado.

Estão sempre presentes na fala, nas situações informais. Podem também ser usados nas situações formais, mas o uso de verbos que possuem o mesmo significado é mais comum. Se não houver um verbo equivalente, os phrasal verbs podem ser usados em qualquer contexto. Veja alguns phrasal verbs que substituem verbos tradicionais:

- Put off = Postpone – adiar

- Turn up = Arrive – chegar

- Take off = Remove – remover

Confuso? Realmente não é tão simples entender, até porque existem milhares combinações como estas com os mais variados verbos. O fato é que sem conhecer pelo menos os principais phrasal verbs não dá para ter um bom nível de fluência em inglês. Existem mais de 5000 deles que são usados na Língua Inglesa. Calma! Não precisa se desesperar.

Mas o que fazer então? Você pode estar se perguntando. Tenho que ter uma bola de cristal? Como alguém que está iniciando pode se resolver neste assunto? Bem minha dica é que não vale a pena tentar memorizar listas intermináveis.

O melhor é ir aprendendo aos poucos conforme eles aparecerem para você. Aprender de forma progressiva e contextualizada é o caminho mais seguro para aprender inglês. Foque naqueles que você precisar no seu dia a dia na comunicação escrita e oral em e com o passar do tempo, com a prática diária, você vai utilizá-los com mais facilidade.

Outra dica é você entender que a compreensão a cerca de um phrasal verb vai muito além de um contexto, de exemplos e usos, pois existem mais de 5000 deles que são usados na Língua Inglesa. Calma! Não precisa se desesperar. Foque apenas naqueles que você precisar no seu dia a dia na comunicação escrita e oral em inglês e com o passar do tempo, com a prática na utilização dos mesmos, você vai utilizá-los com mais facilidade.

Dicas que irão ajudá-lo na compreensão dos phrasal verbs:
Você tem que entender o significado de um phrasal verb por inteiro, como se fosse uma palavra só. Por exemplo: look significa olhar e up significa subir, mas o phrasal verb look up pode ter diferentes significados. Veja:

Look up – procurar, pesquisar informações em um livro ou computador: Look the word up in this book.
Look up – visitar alguém que você não vê há muito tempo: I’ll look you up next time.
Look up – melhorar: Things are looking up.


Aprenda os verbos em pares associados com um contexto particular, isto ajudará você a lembrar deles;
Escreva descrições sobre como você gasta seu tempo, sobre sua rotina, usando phrasal verbs;
Compre um bom dicionário de phrasal verbs;

Escute e anote os phrasal verbs quando você estiver assistindo a um filme ou TV ou quando estiver lendo um jornal ou uma revista.

Os verbos que se combinam com outras palavras para formar phrasal verbs mais comuns são: break, bring, call, come, cut, get, give, go, keep, knock, look, make, pass, pick, pull, put, run, set, take, turn. O significado básico deles são ações concretas, mas quando eles fazem parte de um phrasal verb, eles geralmente têm significados abstratos também.

Às vezes um significado concreto pode ajudar você a encontrar um significado abstrato. Por exemplo, você pode usar look back com o sentido de acenar para alguém dizendo adeus saindo de algum lugar de carro (significado concreto – olhando por trás de você) ou você pode usar look back com o sentido de olhar para seu passado ( significado abstrato – olhar para suas lembranças).



Espero que essas dicas e lições tenham ajudado!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Como Melhorar as Pronúncias em Inglês






Dos vários aspectos envolvidos no aprendizado de uma língua, o que mais nos chama a atenção é a pronúncia, pois ela é considerada a essência da língua.


Para estudarmos a pronúncia, temos que nos lembrar de três pontos fundamentais:

Os sons da língua ou fonologia;
A sílaba tônica e o ritmo;
A entonação.

Dos três pontos acima, os sons da língua é o mais importante dos três. Embora isto não queira dizer que os outros aspectos devam ser deixados de lado, pois o aprendiz de uma língua pode pronunciar perfeitamente os sons e soar estranho por causa da sílaba tônica e da entonação.

Vou falar um pouco sobre cada ponto mencionado anteriormente, para que você possa entender o universo da pronúncia:
Os sons – as pessoas que estão aprendendo inglês têm que estar aptos a listar e definir os sons ou fonemas em inglês, escrevendo-os através de símbolos fonéticos. Para quem ainda está começando, a dica é comece aprendendo o alfabeto fonético.

O ritmo e a sílaba tônica – o ritmo na fala em inglês é caracterizado por unidades de tons, pode ser uma palavra ou um grupo de palavras que carregam uma sílaba mais forte. Na sentença “Peter come here, please!”, nós dividimos em duas unidades de tons: ‘Peter’ e ‘come here, please’!

Entonação – é o aumento e a diminuição do tom. É um aspecto importante da pronúncia em inglês.

Depois dessa breve explanação, tenho algumas dicas para você melhorar sua pronúncia:

Quando estiver lendo, leia sempre em voz alta. Isso te faz sentir-se mais seguro e essa confiança faz com que você ao perceber que errou, corrija-se, procurando melhorar cada vez mais.

Tenha sempre um caderno com você, onde você possa anotar cada palavra nova que aprender. Tente aprender palavras novas todos os dias. Não se esqueça de lê-las em voz alta.

Fale, repita e repita. Através da repetição as palavras se fixam na sua mente e você aprende mais rápido e com certeza praticando dessa forma, a sua pronúncia melhorará relativamente.

Faça amizades com pessoas que gostem de inglês e que falem inglês. Converse com elas, não se acanhe. Nos dias de hoje o que importa é a comunicação. Se achar que está falando alguma palavra de forma errada, continue falando mesmo assim, até a ganhar mais segurança e fluência.

Assista, sempre que puder filmes em inglês. Não se esqueça de anotar cada palavra nova que aprender e continue seguindo os passos anteriores, lendo-as em voz alta, repetindo sempre.

Grave sua voz para ouvir depois, só assim você conseguirá detectar em qual aspecto da pronúncia precisa melhorar. Em seguida, compare sua pronúncia com a de um nativo. Lembre-se que você não precisa falar igual para poder se comunicar. O importante é falar pelo menos parecido.

Quando não souber o significado de uma palavra, use o Google tradutor. Lá, além do significado, você terá uma ferramenta em que você pode escutar e reproduzir a pronúncia da palavra.

Lembre-se que, a fluência e a pronúncia de uma língua caminham sempre juntas. Seja otimista e confiante quando estiver estudando e a tendência será o seu progresso.




Bons estudos!


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Entendendo os Substantivos Contáveis e Incontáveis





Muitos brasileiros quando estão falando inglês, cometem um erro muito comum que é fazer mais plurais do que deveria. Por exemplo, dizemos músicas, móveis em português e, em inglês, essas palavras são incontáveis: music, furniture.

Por outro lado, existem algumas palavras que só são usadas no plural como, por exemplo: scissors (tesoura), glasses (óculos), alms (esmola), pants (calças).

Em inglês se um substantivo é incontável, ele não deve ser colocado no plural. A palavra money (dinheiro) por exemplo, não tem plural, pois não podemos dizer “one money”, “two money”. Precisamos nesse caso de uma “moeda corrente” para poder contá-lo. Ex: one real, two dollars, etc, mas se uma pessoa tem pouco dinheiro dizemos (a little money), se tem muito dizemos (much money).

Se um substantivo for incontável, você não pode quantificá-lo usando a palavra “one” (um). É muito comum em português pedirmos “uma ajuda”, “uma informação”, “um conselho”, mas em inglês dizemos: some help, a piece of information, a piece of advice, quando estamos nos referindo a um só.

Logo abaixo seguem algumas características que podem nos ajudar a memorizar os substantivos incontáveis. São elas:
Substantivos abstratos: music ( música), art (arte), love ( amor), luck (sorte), happiness (felicidade).
Tudo o que é líquido: water (água), milk (leite), oil (óleo), coffee (café), tea (chá).
O que precisa ser fatiado antes de ser comido: cheese (queijo), ham (presunto), Bread (pão).
Aquilo que precisa de uma medida para ser quantificado, ou seja, os grãos, a massa, o pó: rice (arroz), beans (feijão), sugar (açúcar), flour (farinha).

Mas atenção:

Existem alguns substantivos que podem ser contáveis ou incontáveis, mas com significados diferentes. Veja alguns exemplos:

A paper – um jornal / some paper - papel

An iron – um ferro elétrico / some iron – ferro

A glass – um copo / some glass – vidro

A rubber – uma borracha / some rubber – borracha (material)

A hair – um pelo / some hair – cabelo

Como sempre menciono o objetivo não é que você fique memorizando a lista de substantivos contáveis ou incontáveis. Nos artigos eu quero sempre deixar você consciente de uma determinada situação para que você possa a cada dia conhecer mais acerca da língua inglesa.

Para aplicar este conceito de maneira intuitiva e natural clique aqui

Falsos Cognatos em Inglês



O Que São os Falsos Cognatos em Inglês?



É sempre bom começar o aprendizado focando nas semelhanças entre os idiomas, naquilo que vai te aproximar doprocesso de comunicação. No entanto não podemos negligenciar os chamados falsos cognatos, que são palavras que possuem grafia semelhante ou até idêntica em dois idiomas distintos, mas cujos significados são diferentes. São também chamados de false friends (falsos amigos) por não ser o que aparentam ser.

Veja a frase a seguir, por exemplo:

Jhon has an exquisite taste in food.

Qualquer brasileiro pode ser levado a traduzi-la como Jhon tem um gosto esquisito para comida quando, na verdade a tradução correta seria:

Jhon tem um gosto requintado para comida.

Ou seja, “requintado” é praticamente o oposto de “esquisito”. Por isso, a importância de conhecer os false friends (falsos amigos) ou falsos cognatos. Vale salientar que eles existem em todas as línguas.

Os brasileiros que lidam com o inglês têm uma dificuldade comum relacionada aos falsos cognatos, pois eles apresentam grande capacidade para gerar confusão na hora da tradução e são verdadeiras armadilhas que podem induzir ao erro.

Observe a frase Chris pretended to be an actor (Chris fingiu ser ator), por exemplo, um leitor com menos vocabulário, ou um principiante no estudo do inglês, pode ser levado a acreditar que o verbo to pretend significa “pretender”.

Existem pessoas que estudam inglês há anos e que mesmo tendo intimidade maior com o idioma, podem também ser vítimas nas armadilhas montadas pelos falsos cognatos menos comuns. Por exemplo:

Spanking children is sometimes necessary. Espancar crianças é necessário? Estranho, não? De fato, pois o verbo to spank significa “dar tapinhas no bumbum”.

Os falsos cognatos se dividem em três categorias:

Categoria A – são considerados “semifalsos” cognatos. Por exemplo, “educated” que significa “educado” no sentido de “instruído; culto; de boa formação escolar” e não “cortês; polido” que em inglês é polite.

Categoria B – são aquelas palavras que além dos seus significados mais utilizados, pode ter outro bastante diferente. É o caso de “intelligence” que além de significar “inteligência” (mais utilizada em inglês), pode querer dizer “informações; serviço secreto”.

Categoria C – são palavras que até podem significar o que aparentam, mas raramente são utilizadas nesse contexto. Por exemplo, “faculty” que poucas vezes é “faculdade” (instituição de ensino superior) e é usada na maioria dos casos como “faculdade física ou mental”

Abaixo seguem alguns exemplos de falsos cognatos:
InglêsPortuguês
ActualVerdadeiro
AlumnusEx-aluno
CaféLanchonete
CobraNaja (espécie de cobra)
ComprehensiveAbrangente
CostumeFantasia
EventuallyPor fim, no final
LegendLenda
LibraryBiblioteca
LunchAlmoço
NoticeAviso
OrdinaryComum, normal
ParentsPais
PreservativeConservante
PretendFingir
PushEmpurrar
RealizePerceber
RecipientDestinatário
RelativesParentes
TenantInquilino
TravestyFarsa
VigilanteJusticeiro
ViciousPerverso, malvado
 Preste mais atenção ao que você lê e escreve para não ser confundido e ter que concordar com a frase “As aparências enganam”. Não se assuste! Com o tempo você vai incorporando os falsos cognatos ao seu vocabulário e a preocupação com relação a elas vai sumir.
Para aprender inglês fluente de forma intuitiva incorporando o vocabulário essencial a comunicação sem dor de cabeça clique aqui.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Diferenças de Pronúncia entre inglês e português



Muitas pessoas que estão aprendendo inglês sentem que um dos objetivos mais importantes no aprendizado da mesma é falar exatamente como um nativo e, é nessa parte que entra a questão de fonologia. As diferenças fonológicas entre inglês e português existem e devem ser consideradas, já que os fonemas das mesmas não são iguais em tudo.

O inglês possui algumas particularidades no que tange à fonologia (formas reduzidas, entonação, tonicidade de frases e palavras), que têm um papel importante na fala, pois podem alterar o sentido do que é dito.

Observe as seguintes diferenças:

Pronúncia x ortografia – as pessoas às vezes reclamam da ortografia das palavras em inglês e a maneira como se lê, pois diferentemente do português, nós escrevemos de uma forma em inglês e lemos de outra, mostrando assim, que essa correlação entre pronúncia e ortografia é um dos pontos fundamentais no estudo da fonética.

Vogais x consoantes – é preciso lembrar que existe uma diferença entre vogal e consoante (letra) e vogal e consoante (som). Por exemplo, em inglês, as cinco vogais (letras) no alfabeto são A,E,I,O,U e às vezes Y e o resto são consoantes. O inglês, por ser considerada uma língua germânica, a articulação dos sons é considerada de natureza difícil, pois ela é rica no uso de consoantes, enquanto que no português é o uso de vogais e combinações de vogais (ditongos e tritongos) que se destaca.

Sílabas – com relação ao português, o inglês é uma língua que economiza nas sílabas. As palavras monossílabas são muito mais usadas que no português. A média das outras sílabas por palavras também é inferior e quando se trata de frases, a tendência é sempre aumentar. Nota-se, portanto, uma dificuldade de percepção por oferecer uma menor sinalização fonética.

Número de fonemas – por usar um número menor de sílabas, o inglês utiliza um número maior de sons vogais, pois precisa diferenciar suas inúmeras palavras monossílabas. Por exemplo, o português apresenta 7 vogais (sem as variações nasais) e no inglês norte-americano temos 11 vogais. Com relação às consoantes, acontece o contrário, o inglês é rico no uso das mesmas, pois possui um número maior de fonemas consoantes. O inglês utiliza 24 consoantes contra 19 no português.

Tonicidade – sabemos que a acentuação tônica de uma língua influi na sua característica sonora. Em português, temos três tipos de acentuação tônica (oxítona, paroxítona e proparoxítona) e em inglês são 5 tipos e nenhuma é predominante.

Como você pode notar, as diferenças de pronúncia entre inglês e português mostram que não se aprende inglês se você não tiver nenhum contato com a língua falada.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Treine seus ouvidos para entender o inglês falado





Quero falar com você hoje sobre o processo do “listening”, que é umas das habilidades de comunicação mais básicas e ao mesmo tempo mais negligenciadas. Muitas pessoas me perguntam como melhorar a sua capacidade auditiva e, assim, entender o que outros falando inglês sem dificuldades.

Bem primeiramente você deve entender que a compreensão de tudo que ouvimos se dá de maneira passiva, ou seja, o sentido entra em nossas mentes, pois existe um processo cognitivo intenso e só através da interação entre o ouvinte e o que se ouve é que acontece esta compreensão.


O que sabemos de uma língua vem do input – entradas - que recebemos dela, via leitura ou audição e quando processamos esse input, construímos nosso output – saída - , ou seja, usamos a linguagem escrita ou falada – nos comunicamos.
Quando ouvimos uma conversa informal, destacamos na maioria das vezes as suas características típicas: frases curtas e incompletas, pronúncia incorreta, vocabulário coloquial, frases sem uso de gramática correta, ruídos (sons não identificados pelo ouvinte), repetição do que foi dito, etc.


Os exercícios de “listening” permitem que o estudante de inglês ouça uma variedade maior de sotaques, timbres, velocidades do discurso, e, por tanto, pareça cada vez mais natural ao falar o idioma. Algumas estratégias são importantes na hora de praticar o “listening”. Muitas delas são apenas aplicáveis nas situações em que há interação entre falante e ouvinte.


Veja quais são:

Identifique as palavras-chave do que se ouve. É muito importante captar a essência para uma melhor compreensão; Em uma frase de 10 a 15 palavras há normalmente apenas 3 ou 4 palavras chave…

Preste atenção a elementos não verbais (gestos, expressões faciais). Às vezes quando não compreendemos o que uma pessoa está falando, apenas observando-a em seus gestos, compreendemos tudo que está sendo dito;

Preste atenção a elementos fonológicos (junção de palavras, entonação, redução). Todo esse conjunto é fundamental na compreensão auditiva;

Peça esclarecimentos e negocie sentidos. Não entendeu? Peça pra repetir, é super normal.


Veja as 5 principais dificuldades encontradas para se entender inglês com os ouvidos:

Não conseguir capturar o som real do inglês;

Focar na compreensão de cada palavra. Por exemplo, se perder o significado de uma, a pessoa fica perdida;

A compreensão só acontece se a pessoa falar devagar e claro;

A necessidade de ouvir mais de uma vez para poder compreender;

Dificuldade em guardar tudo que escuta;


A prática da compreensão auditiva acontecerá gradativamente, não se preocupe, mas será necessário que sua dedicação e empenho nessa tarefa sejam fundamentais. Portanto, algumas dicas são muito importantes no desenvolvimento dessa habilidade:

Escute músicas em inglês; além de exercitar o ouvido você estará enriquecendo o seu vocabulário;

Assista a filmes com o áudio original em inglês; tente entender o que está sendo dito, os diálogos, faça anotações de toda palavra nova que ouvir; Use a legenda em inglês caso tenha muita dificuldade.

Exercite seu ouvindo fazendo drills (exercícios auditivos de repetição); você encontra muitos deles online ou em materiais de estudo acompanhados de CDs ou DVDs;

Utilize o skype para fazer amizades com estrangeiros e, a partir daí conversar, trocar ideias e praticar inglês.

Nunca esqueça que o mais importante na hora de “educar o ouvido” é sempre praticar. Fazendo isso você vai ver seu progresso dia a dia. E não se esqueça de se divertir. Associe tudo isso a atividades e temas que te dão prazer para potencializar ainda mais o desenvolvimento de sua fluência.




quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Vença a Timidez na Hora de Falar Inglês






As pessoas que estão iniciando o aprendizado de uma nova língua, no caso aqui, o inglês, têm sempre em mente um tabu que devia ser quebrado a partir do primeiro contato com a língua, ou seja, o medo de errar na hora de falar inglês. Esse medo leva à timidez e, se não for derrubado a tempo, pode levar a futuras consequências, chegando até a causar barreiras que impedem o progresso na hora da fala.

Um dos fatores apontados pelos estudantes de inglês e que causam essa timidez na hora da fala é a pronúncia, pois ninguém quer falar errado mesmo estando no começo. As pessoas que são consideradas tímidas podem ser prejudicadas no aprendizado, pois elas perdem oportunidades de se comunicar e isso, com certeza, vai fazer falta lá na frente, pois a prática desenvolve a comunicação oral.

Devemos admitir que o medo de errar não é um bom motivo para ser tímido, porque, até na nossa língua, cometemos erros. Além dos erros de pronúncia, os erros gramaticais também são apontados. Não se preocupem, eles acontecem até no estágio mais avançado do aprendizado de inglês. Lembre-se de que quanto mais se fala errado, mais rápido a gente se corrige. Não esqueça aquele velho ditado que diz que a prática leva à perfeição.

Dicas para perder a timidez ao falar inglês:

Risque a palavra timidez do seu dicionário, diga sempre frases que estimulem o seu cérebro (frases positivas); repita eu quero, eu posso, eu consigo;

Diminua a autocrítica, não adianta dizer que vai deixar de ser tímido da noite para o dia e continuar se cobrando em excesso;

Julgue-se menos. Falar alguma palavra, alguma frase e depois perceber que estava errada, não leve em consideração, continue, o importante é falar;

Seja ousado (a), arrisque-se, conheça pessoas novas e tente conversar com elas, de preferência em inglês;

Converse sozinho em voz alta, crie diálogos onde você fala com você e repita esse diálogo várias vezes. Acredite, esse tipo de exercício é muito bom;

Pratique frases comuns ou alguma frase que você viu em algum lugar e te chamou a atenção. Utilize-as no seu dia-a-dia, no trabalho, em casa, até se sentir confortável e familiarizado com elas;

Por último, diminua o grau de cobrança para consigo mesmo. Aprenda a se conhecer melhor e saber até onde vão os seus limites.

Espero que tenha ajudado com essas dicas!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Amplie Seu Vocabulário em Inglês sem Sacrifícios




Quando estudamos outra língua, no nosso caso o inglês, medimos o nosso progresso com base no número de palavras que aprendemos. Conhecer as palavras mais certas para se comunicar nas mais diversas situações é sem dúvida um pilares da fluência.. No entanto, conhecer muitas palavras não é necessariamente garantia de boa comunicação. Você precisa antes de tudo ter um vocabulário de qualidade para falar inglês e decorar palavras, com certeza, não é o melhor jeito.

Enriquecimento vocabular é uma parte muito importante do aprendizado, tanto do ponto de vista da fluência, como por motivos psicológicos, pois quando sentimos que estamos fazendo progresso, a nossa tendência realmente é progredir. E o mais importante é que você não precisa saber o dicionário inteiro para falar inglês já. Como eu já mencionei anteriormente cerca de 80 % da fluência reside em apenas 30% do vocabulário existente. No Curso Propulsão para Fluência menciona como você pode acelerar seu aprendizado com este princípio.

Então, como faremos para aprender as palavras em inglês sem esquecê-las depois?

O segredo é aprender um pouco por dia. Não aprendemos palavras isoladas. Precisamos fazer uma associação mental dessas palavras ou tentamos aprender famílias de palavras. Por exemplo, estamos estudando as cores e quando dizemos blue (azul) é mais fácil aprender quando associamos essa palavra à cor do céu.


Veja um exemplo bem prático de associação de palavras:



Quando sabemos que há milhares de palavras novas pra aprender, a construção de vocabulário parece difícil. Aí pensamos que nunca chegaremos lá, não é verdade? Existem algumas dicas que podem ajudá-lo a melhorar seu inglês significativamente, basta apenas colocá-las em prática. Vamos lá?


1 – Forme Frases com as Novas Palavras

Se você se depara com uma ou mais palavras novas, anote e faça um registro individual de cada uma delas em um caderninho e tente formular frases com essas novas palavras. Se não sabe o significado, procure em um dicionário, pois lembramos com maior facilidade aquelas palavras cujo significado nós descobrimos sozinhos.


2 – Use Imagens

Um recurso bem legal é usar a pesquisa de imagens do Google ou qualquer outro buscador. Quando associamos imagens ajudamos nosso cérebro a reter a informação na memória de longo prazo. Quando combinamos sentidos múltiplos como visão e audição ampliamos significativamente a possibilidade de não esquecer.Isso se chama sinestesia.


3 – Uma Pitada de Diversão


Existem vários jogos em inglês on-line que nos ajudam a enriquecer nosso vocabulário. Se não quiser jogar on-line, existem revistas especializadas nesse tipo de jogo. Exemplos: puzzles, crosswords, hangman, etc. Tá esperando o que? Jogue, pratique, descubra palavras novas. Isto vai ajudá-lo não só a melhorar seu vocabulário, como também melhorar a sua memória.


4 – Use Etiquetas


Outra dica bem interessante é colar pedaços de papel com as palavras que se deseja aprender em objetos no seu quarto, no banheiro, na cozinha, enfim, em todos os lugares que você achar interessante e que te ajudarão na memorização. Não tem como não aprender ou não memorizar essas novas palavras se está olhando pra elas a toda hora.


5 – Aproveite o que Gosta e Divirta-se

Quando estiver assistindo um filme em inglês, lendo um jornal ou uma revista e encontrar alguma nova palavra, anote-a para depois descobrir seu significado. Faça do aprendizado de inglês uma forma divertida e prazerosa. Prazer mais informação é a combinação perfeita para potencializar seu aprendizado. Fazendo isso, você verá que seu vocabulário vai crescer a cada dia.



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dica Ninja para Fluência Inglês




Muitas pessoas se perguntam: qual a melhor atividade em inglês para conseguir avançar mais rápido e com mais qualidade rumo a fluência?

Olha ouvir é sem dúvida a melhor forma de evoluir para a fluência desenvolvendo a capacidade de comunicação em tempo real. Se dedicar a leitura não vai trazer nenhum prejuízo, pelo contrário você irá ampliar seu vocabulário, ficar mais íntimo das estruturas do idioma, escrever melhor, mas não necessariamente falar e entender com mais rapidez.

Nada impede que você leia livros , artigos ou qualquer coisa do seu interesse em inglês. Sem problemas. Mas, afim de produzir mais rapidez e capacidade de comunicação áudio-livros são mais eficientes. Vamos descobrir o porquê?
Olhe como as crianças adoram ouvir histórias, já percebeu? E já percebeu como elas absorvem vocabulário rapidamente e usam as estruturas do idioma de forma intuitiva sem sequer uma aula formal? Elas aprendem super rápido só com os ouvidos mesmo quando o cérebro humano ainda está em formação.


No caso, você pode usar esta estratégia com aulas personalizadas como as do SFIN, áudio-livros e outras fontes de entrada auditiva do idioma e adicionar um ingrediente que vai produzir um resultado ainda melhor. Você pode combinar leitura com audição.

Ou seja, ouvir é muito bom e ler também, mas quando você combina os dois na mesma atividade você retém as informações por mais tempo na memória de longo prazo e reduz seu tempo de aprendizado e evolução. O esforço para manter esta informação é menor. Por isso, que as tentativas de memorizar listas de palavras é inútil. Não há contexto, os estímulos são poucos – você lê e tenta memorizar – e, além de tudo, é anti-natural. O cérebro humano simplesmente não aprende assim! Você por acaso já viu algum pai dar uma lista de palavras para seu filho memorizar. Você fez isto para aprender português? E porque cargas d´água as pessoas querem aprender inglês assim? Isso é chato e não funciona, ponto.

As crianças não podem fazer isso porque ainda não são alfabetizadas. Mas para adultos é uma estratégia ninja para evoluir rápido. Isso se chama sinestesia, a junção de estímulos múltiplos – vários sentidos – para produzir resultados melhores em menor tempo.



Fica a dica!


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Esqueceu o Verbo: Tenha Sempre uma Carta na Manga!





Definidos como verbos bombril, tapa-furo, cartas de coringa de um jogo de carta, os verbos get e take servem para nos auxiliar na hora do sufoco.

Existe uma dica valiosa na hora de usar esses verbos: quando você está em dúvida na hora de usar um verbo, ou não sabe qual verbo cabe no momento da sua fala, use get ou take no lugar que, na maioria das vezes, funciona.

Não podem ser definidos isoladamente, pois eu conteúdo semântico é impreciso e só podem ser traduzidos no contexto em que estão inseridos. Isso faz com que tragam em si forte carga idiomática.

São considerados verbos-chave na formação de expressões, já que essas não exigem regras de combinação de palavras. Por isso, se você quer memorizá-las, assim como seus significados, a sugestão é estudá-los.

Aí vão alguns dos significados de get, juntamente com alguns dos verbos aos quais ele pode substituir, só para começar:

1. get = obtain (obter);

2. get = receive (receber);

3. get = arrive (chegar);

4. get = become (tornar-se);

5. get = earn (ganhar dinheiro);

6. get = buy (comprar);

7. get = understand (entender);

8. get = answer the phone, the door (atender ao telephone, à porta);

9. get = fetch (buscar, apanhar);

10. get = catch a cold, the flu, a disease, etc. ( pegar resfriado, gripe, uma doença, etc.);

11. get = take the bus, the train, the subway (pegar o ônibus, o trem, o metrô).

Neste último exemplo, percebe-se que eles permitem trocas entre si. Podemos usar get no lugar de take e take no lugar de get. Que engraçado!

Agora vamos ver alguns significados de take:

1. take = need ( necessitar);

2. take = drink (beber);

3. take = eat (comer);

4. take = hold (agarrar);

5. take = put up with (suportar);

6. take = accept (aceitar);

7. take = spend (gastar tempo);

8. take = do a course (fazer um curso, um exame);

9. take = enjoy (aproveitar oportunidade);

10. take = receive (receber pagamento);

11. take = get a disease (pegar uma doença).

São tantos os significados que acabo me perdendo na hora de exemplificá-los, mas não tenha medo, com o tempo tudo vai se resolver e você estará usando os dois com a maior naturalidade.

Veja este caso por exemplo: Quando eu preciso pegar algo, eu uso get, mas se eu preciso que alguém pegue pra mim, ou então eu mando essa pessoa pegar, eu uso take.

Take (levar) – de um canto para o outro.

Ex: I’m going to take the bus.

Get (ir buscar) – vai até um lugar e depois volta.

Ex: Get a drink for me. I have to get my son from the airport.

Relacionado com o uso dos dois, existem também várias expressões que facilitam a comunicação no dia-a-dia e que em outro momento estudaremos com riqueza de detalhes.



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Inglês Americano ou Britânico: Qual é Melhor?






É muito comum para quem ensina inglês ouvir a seguinte pergunta: Inglês Americano ou Britânico – Qual é melhor? Alguns ingleses, durante o século XIX, acreditavam que os americanos eram “destruidores” da língua materna. Essa reação deles parece até compreensível, pois, alguns cidadãos orgulhosos se consideram os guardiões da língua inglesa.

Mas você acredita que mesmo depois de tanto tempo ainda se ouvem pessoas comparando o inglês britânico e o inglês americano e discutindo qual é “o melhor tipo de inglês”? Apesar de analisar todos os pontos de vista em diversas discussões, chegamos à conclusão que isso é uma preferência pessoal.

Para argumentar que alguma variedade do inglês é melhor que outra, é como dizer que “bife assado” é mais saboroso que “frango frito”, ou seja, varia muito de pessoa para pessoa. O inglês, hoje, tornou-se uma língua franca falada com muitos sotaques ao redor do mundo. E, do ponto de vista da diversidade cultural, essa ideia que o inglês britânico ou americano é “o melhor tipo de inglês” é claramente descartada.

A Principal Diferença está na Pronúncia




Vale salientar que cada pessoa escolhe seu melhor estilo e a partir de então, começa a dedicar-se a ele, fazendo com que esse estilo seja para si o melhor. Uma das maiores diferenças entre o inglês britânico e o inglês americano é a pronúncia.

No inglês britânico, muitas vogais têm sons diferentes e geralmente não são nasalizadas e, o caminho mais fácil para essa percepção é ouvindo e comparando os dois. Pergunte a uma pessoa da Inglaterra o que significa fag e ela dirá a você que é um cigarro.

Se você fizer a mesma pergunta a um americano, você vai ficar em uma situação difícil porque no inglês americano um fag é um termo homossexual pejorativo e ofensivo. Isso só nos mostra que a mesma palavra algumas vezes têm o significado diferente na Inglaterra e nos estados Unidos.

Vamos ver alguns exemplos e suas diferenças:

Americano Britânico Tradução

Bar Pub Bar

Elevator Lift Elevador

Truck Lorry Caminhão

Movie theater Cinema Cinema

Sidewalk Pavement Calçada

Potato chips Crisps Batata frita

Eraser Rubber Borracha

Apartament Flat Apartamento



Existe também uma lista de palavras individuais que têm a mesma pronúncia, mas são soletradas diferentemente. São elas:
Americano                        Britânico
Analyze                               Analise
Check                                  Cheque
Defense                              Defence
Jewelry                                Jewellry
Offense                               Offence
Pajamas                              Pyjamas
Practice (verb)                    Practise
Tire                                      Tyre


Como você poder ver, apesar das pequenas alterações de vocabulário e pronúncia não existe muita diferença entre o inglês britânico e o inglês americano. A única coisa que você tem a fazer é decidir qual dos dois você se sente mais confortável em falar e siga em frente.

 E independente do tipo de inglês que você escolher você pode ficar fluente em tempo recorde com o princípio secreto e altamente eficaz que vou te falar clicando aqui.



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Alimente sua Paixão e Turbine Sua Fluência




Hoje vamos compartilhar com você uma sacada que fez toda a diferença para mim quando eu estava aprendendo inglês. Mas antes de falar sobre ela eu quero falar o porque as aulas dos cursos de inglês podem ser tão entediantes.

Se você já passou por um cursinho de inglês sabe do que eu estou falando. As aulas muitas vezes são sobre coisas que não tem nada a ver com você. Tudo bem, tem assuntos que são universais como fazer o check-in no hotel, ir a um restaurante, etc.

Mas eu cansei de ver alunos desestimulados por ter que fazer aulas totalmente desinteressantes. As vezes a pessoa gostava de rock, mas a música da aula era uma balada dos anos 80. Outras vezes a pessoa não tinha o menor interesse por política, mas tinha que assistir uma aula sobre o sistema eleitoral americano.

O resultado disso é que as pessoas tinham um rendimento medíocre. Não por culpa delas, mas porque o nosso cérebro é altamente seletivo. Ele procura armazenar somente as informações mais relevantes para o indivíduo. Como a pessoa não tinha interesse nos assuntos, o que acontecia? Ele retinha muito pouco do vocabulário e acaba achando o inglês chato. Talvez você tenha passado por isso.

E aí que vem a sacada que quero compartilhar com você. Alimente sua paixão. Associe o aprendizado de inglês as coisas que você mais gosta. Se você curte música, ou um estilo musical em especial em inglês alimente sua paixão se divertindo e aprendendo ao mesmo tempo.

Eu por exemplo sempre gostei de ler e ver filmes. Quando estava aprendendo inglês pegava meus livros favoritos em inglês para relê-los. Sempre gostei de ler a Bíblia. O que eu fiz? Comprei uma versão em inglês. Comecei a assistir meus filmes prediletos em inglês.

O que aconteceu? Dentro de pouco tempo e dei um salto de produtividade. Minha pronúncia e listening melhoraram drasticamente por causa dos filmes e meu vocabulário também cresceu de uma maneira incrível, e o melhor de tudo é que eu fiz isso sem sofrer. Eu estava me divertindo, eu estava alimentando minha paixão.

Não importa o que você gosta. Se você conseguir relacionar isso ao seu aprendizado de inglês e alimentar sua paixão seja ela empreendedorismo, moda, fitness, séries de tv, música ou qualquer outra coisa que desperte seu interesse você irá avançar a passos largos rumo a fluência.

É isso pessoal. Alimente sua paixão e relacione ela de alguma forma ao inglês e você vai voar!


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Fonte: R. Silveira

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Por que Ouvir Música Pode te Ajudar Falar Inglês Fluente





Quer melhorar a concentração, a criatividade e reduzir a tensão durante o aprendizado? Pois bem, ouça música, no caso aqui, músicas em inglês. Cantar é uma ótima maneira de aumentar o poder de memorização, já que a maioria de nós consegue lembrar trechos de músicas que escutamos anos atrás e essa técnica só vem a contribuir e nos desafiar a aprender mais.

Quando ouvimos uma música que gostamos, sentimos um enorme bem estar e nossas emoções afloram. Despertamos, através da música, os sentimentos de alegria, melancolia, violência, calma e essas experiências da vida constituem um fator importantíssimo na formação do indivíduo.

Aí vem uma pergunta: o que nos influencia mais uma música ou um filme?



A música, de acordo com especialistas não tem o elemento visual do filme. A exposição à música é muito mais frequente, o que representa uma média de 16 horas por semana para a música em comparação de 6 horas para imagens de um filme.

A música exerce um papel muito importante no aprendizado de inglês, pois ao mesmo tempo em que aprendo eu também estou me divertindo, estou relaxando, me deleitando. Devemos levar em conta que a nossa mente tem o poder de gravar tudo que é ouvido várias vezes e isso, facilita e muito na hora de aprender.

Há pessoas que saltaram de nível quando começaram a usar a música para progredir com sua fluência em inglês. Eles aprenderam a A técnica utilizada por eles foi ouvir, memorizar, repetir (cantando) e construir vocabulário.

Se você cantar uma música diversas vezes, você vai, com certeza, melhorar a pronúncia. Cantando, você não usa sotaque. É diferente de quando você fala, pois o ritmo da música faz com que seja mais fácil articular as palavras e, com o passar do tempo, você estará pronunciando corretamente.

Comece assim: escolha uma música de sua preferência, não tente entender o significado inicialmente, espere. Em seguida, escute-a várias vezes. Comece a repetir palavras, frases, aquilo que conseguir. Cante errado, mas cante. Isso fará com que você perca a vergonha e comece a “soltar a língua”. Isso vai fazer você perder a vergonha, sua fluência vai aumentar consideravelmente. Não esqueça de imprimir a letra da música e ir cantando, traduzindo pouco a pouco cada frase e internalizando cada estrutura. O que vale é ouvir, aprender e praticar (cantando).

Existem diversos motivos para aprender através de músicas. Vamos ver:

Ouvindo música você:
Pratica estruturas linguísticas;
Pratica e enriquece seu vocabulário;
Ajuda na entonação e na pronúncia;
Proporciona um aprendizado agradável;
Educa o ouvido a partir dos falantes nativos.

Hoje já existem vários sites que podem ajudar nesse processo. Eles trazem letras de músicas, bem como suas respectivas traduções. E você ainda pode ouvir e acompanhar. Então, tá esperando o que? Escolha sua música e divirta-se!

No Curso Propulsão para Fluência colocamos em prática conceitos tão naturais e intuitivos quanto ouvir uma música para que você possa internalizar o aprendizado e desenvolver a fluência em tempo recorde.

Saiba mais Sobre o Curso Propulsão para Fluência aqui

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Dá para Aprender Inglês Sozinho?




Bem, nós acreditamos que a resposta para esta pergunta seja: sim e não. Confuso? O que queremos dizer é que estudar sozinho pode funcionar bem para uns e definitivamente não funcionar para outros. Não são todas as pessoas que possuem o que é necessário para aprender sozinho. No entanto, se há pessoas que aprendem a programar, jogar futebol e tantas outras atividades por conta própria, então, há também aqueles que tem um predisposição a aprender pelo método auto-didata.

Se você deseja aprender por conta própria deverá levar em conta que ninguém irá cobrar nada de você, por tanto, sua consciência é seu guia. Se você tem dificuldades de concentração ou pouca disciplina este não será um objetivo fácil, ainda que possível. As vantagens são inúmeras uma vez que você poderá determinar seu tempo e a velocidade do seu avanço.

O que o aluno auto-didata deve ter em mente é que ele terá de correr atrás de seu material de estudo. Neste caso a internet é muito valiosa. Você poderá aprender dicas valiosas acompanhando blogs como o nosso, e seguindo páginas do Facebook que postam dicas e novidades periodicamente. Poderá usar podcast para praticar o listening, ampliar seu vocabulário e desenvolver sua capacidade de raciocínio em inglês.

Além disso, para ter sucesso aprendendo inglês sozinho você precisa de um meio de praticar o que vem aprendendo. Algumas pessoas possuem amigos que falam inglês e praticam com eles, outros utilizam comunidades online ou até mesmo se inscrevem em curso de inglês online para poder praticar o que aprenderam. De qualquer forma o importante é ter regularidade e praticar sempre para ter êxito no “self-taught method” (método de auto aprendizagem).

Nós acreditamos que com perseverança e regularidade você pode pode sim aprender sozinho, ainda mas se obtiver ajuda para isso. Nós disponibilizamos um material de alta qualidade com aúdio e apostilas para que você tenha acesso ao melhor conteúdo e possa acelerar seu aprendizado. Além disso, você pode interagir com outras pessoas na sala de bate-papo para praticar e tirar suas dúvidas com o tutor.


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Como usar Do and Make





Durante o aprendizado de inglês surgem várias dúvidas relacionadas a diversos contextos ou palavras, ou mesmo quando existe uma só palavra com o mesmo significado, esta nos causa confusão. No livro “Como melhorar ainda mais o seu inglês” de Michael Jacobs, ele aponta diversos casos. Então, resolvi escrever este artigo para tentar minimizar algumas dúvidas relacionadas ao uso de do e make na construção de frases.

Grandes erros são cometidos na hora de usar os verbos do e make, mesmo recorrendo ao livro de gramática e, isso é normal. Essa dupla, por assim dizer, nos causa certo tipo de problema na hora da compreensão ou na hora de estruturar alguma frase, pois ambas normalmente significam “fazer” em português. Imagine a confusão! Então, quando se usa do e quando se usa make?

Vamos lá. O sentido básico de do é “fazer”. Também significa desempenhar, realizar, terminar. Make tem o sentido de construir, elaborar, fabricar, criar e realizar.

Parece difícil, eu sei, mas vamos tentar entender quando usar um ou o outro, já que os dois verbos que significam a mesma coisa. Vou v ler se encontro uma maneira de não lhe deixar muito confuso.

TO DO – usa-se esse verbo toda vez que se pretende dizer que alguém está envolvido em alguma atividade, ou quando essa pessoa está executando a atividade. No entanto, ele tem inúmeras outras aplicações. Tente encontrar o significado em um bom dicionário e você encontrará 22 tópicos com 55 sentidos diferentes. Mas vamos nos ater aqui ao sentido principal.

Ex: He is doing her homework (Ele está fazendo a tarefa de casa dele). I am doing my best (Eu estou fazendo meu melhor).

TO MAKE – usa-se esse verbo toda vez que se pretende dizer que alguém construiu, criou ou preparou alguma coisa. Não funciona como verbo auxiliar. É usado no sentido literal do verbo fazer quando puder ser substituído pelo verbo produzir.

Ex: Martha is making a cake (Martha está preparando um bolo). Daddy is making a chair (Papai está construindo uma cadeira). Mommy is making a new dish (Mamãe está criando um novo prato).

Continua com dificuldade? Não se preocupe, quando você adquirir experiência e estiver familiarizado com o inglês, você saberá distingui-los com facilidade. Vou exemplificar logo abaixo algumas expressões que facilitarão no seu aprendizado. Veja:

Make a mess – fazer bagunça

Make a promise - fazer uma promessa

Make someone nervous – deixar alguém nervoso

Make it back – retornar ao ponto de partida

Make a choice – fazer uma escolha

Make na excuse – arranjar uma desculpa

Make friends – fazer amizade

Make money - ganhar dinheiro

Make a face – fazer careta

Make a phone call – dar um telefonema


Do the laundry – lavar a roupa

Do the dishes – lavar a louça

Do someone a favor – fazer um favor para alguém

Do your best – fazer o seu melhor

Do good – fazer bem

Do overtime – fazer hora extra

Do time in prision – cumprir pena carcerária

Do the shopping – fazer compras

Do the right thing – ter uma attitude correta



Essas são algumas das expressões mais usuais. Com o uso você irá se habituar a outras que parecerem.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

5 Segredos Infalíveis para Aprender Inglês em Tempo Recorde



1) Use o Tempo ao seu Favor!

De longe, o fator mais importante é quanto tempo você está imerso no idioma. Quanto mais tempo você passar com a língua, mais rápido você vai aprender inglês. Isso significa ouvir, ler, escrever, falar e se envolver com o inglês.

2) Aprenda com os ouvidos!

A maioria das pessoas foca sua atenção no aprendizado visual, por isso, na maioria das vezes, desenvolvem a habilidade de ler e até escrever, mas não conseguem entender nativos falando e travam na hora de falar. Fique sua atenção no aprendizado auditivo e irá avançar muito mais rápido em direção a fluência.

3) Aprenda Vocabulário Contextualizado!

Construa seu vocabulário, você vai precisar de muito. Comece a observar como as palavras vêm juntas em frases. Aprenda estas palavras e frases através de leitura e audição. Em hipótese nenhuma crie uma lista de palavras para memorizar. Saber um monte de palavras isoladas não vai te ajudar a desenvolver seu raciocínio em inglês e muito menos a combiná-las em frases coerente. Se você já tentou fazer isso sabe que é um desastre. Foque sua atenção em aprender vocabulário contextualizado.

4) Assuma responsabilidade!

Se você não quer aprender a língua, você não vai. Se você quer aprender a língua, assuma o controle. Escolha conteúdo de seu interesse, e que o estimula no aprendizado.

5) Relaxe e divirta-se!

Não se preocupe sobre o que você não se lembra, ou pode ainda não entender, ou ainda não pode dizer. Não importa. Você está aprendendo e melhorando. A linguagem vai gradualmente se tornar mais clara em seu cérebro, mas isso vai acontecer em um momento que você não pode controlar. E, sobretudo, não se esqueça de se divertir ! .Associar sua paixões ao aprendizado irá potencializar ainda mais sua evolução

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Sucesso Fala Inglês Fluente






O tempo em que falar inglês era um diferencial no currículo de grandes profissionais já passou. Atualmente ser fluente no idioma é um requisito essencial para que deseja mais do que simplesmente um emprego, mas uma oportunidade de construir uma carreira de sucesso.

O Brasil hoje esta nos holofotes da comunidade internacional. Eventos de magnitude global são sediados estrategicamente aqui no país. A Jornada Mundial da Juventude – evento global da igreja católica ocorrido no início do ano – , Copa do Mundo de Futebol e Olimpíadas são alguns que podemos mencionar. O inglês é como uma ponte que une pessoas, interesses pessoais e de negócios tal como comunidades e empresas internacionais. Dominar o idioma possibilita uma comunicação direta com novas oportunidades.

O profissional que tem desenvoltura no idioma é bem visto pelo mercado e, na maioria das vezes, valorizado financeiramente acima dos outros profissionais. As empresas chegam a disputar o passe deste profissionais uma vez que a taxa de desemprego é a menor de todos os tempos, faltam profissionais qualificados e há, sem dúvida, um grande déficit de profissionais fluentes no Brasil, onde existem muitas escolas de inglês e poucas pessoas que realmente falam inglês com um grau aceitável de satisfação.


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Fale inglês fluente